Dentro
de
pouco
tempo
a
Colônia
estará completando 100
anos
de
sua
criação.
Um
século!
Pela
importância
de
que
se reveste esta
data
e
por
tudo
o
que
poderá
representar
para
a
cidade
e
para
os
descendentes
dos italianos, acreditamos
ser
muito
bom
pensarmos, a
partir
de
agora,
em
algo
que
possa
marcar
esse
dia.
Óbvio
que
não
estamos falando
ou
pensando
em
nada
grandioso
e
caro,
que
inviabilize a participação de
quem
quer
que
seja.
Realmente
não
é
isto
que
pensamos.
Muito
ao
contrário,
pensamos
em
realizar
o
que
estiver ao
alcance
e ao
gosto
da
maioria.
Nada
além
disto.
Na
verdade
estaríamos
satisfeitos
se conseguíssemos
comemorar
o
centenário
da
Colônia
Agrícola
da Constança,
por
exemplo:
-
com
a
realização
de
um
torneio
de
futebol;
ou,
-
com
um
jogo
de
malha;
ou,
-
com
uma
cavalgada
pelas
estradas
da
Colônia;
ou,
-
com
um
passeio
de
bicicletas
pela
Boa
Sorte;
ou,
-
com
um
encontro
de representantes das
famílias
dos
imigrantes;
ou,
-
com
a
aprovação
de uma
lei
dando o
nome
de “Avenida
dos
Imigrantes”
à
pista
lateral
da BR-116 no
trecho
entre
a Igrejinha de
Santo
Antônio e a
entrada
da Boa
Sorte;
ou,
-
com
uma
exposição,
nas
escolas
da
Colônia,
dos
textos
e
imagens
que
os
estudantes
produzirem a
respeito
dos
antigos
moradores daquele
local;
ou,
-
com
apresentações
artísticas de
grupos
representativos das inúmeras
famílias
de italianos
que
viveram
em
Leopoldina;
ou
-
quem
sabe,
com
tudo
isto
junto,
num
mesmo
final
de
semana,
para
marcar
definitivamente
a
data?
Coisas
simples,
como
simples
são
as
pessoas
que
desejam estas
coisas.
Apenas
um
motivo
para
reunir
os
descendentes,
conhecer
um
pouco
mais
da
história
e da
cultura
desse
povo
e
despertar,
nos
seus
descendentes,
o
interesse
pelo
resgate
desta
história
e
cultura.
E, obviamente,
divulgar
a
Colônia
Agrícola
Constança
para
colocá-la no
seu
devido
lugar,
dentre
as
demais
colônias
criadas no
estado
de
Minas
Gerais.
Como
podem
observar,
nada
complicado.
Nada
que
demande
somas
absurdas de
dinheiro.
Nada
impossível
de
ser
realizado
por
qualquer
um
de
nós,
sem
muito
esforço
e
com
os
recursos
de
que
dispomos.
Atividades
que
dependem
muito
mais
da
vontade
dos
descendentes
de
prestar
uma
justa
e merecida
homenagem
aos
seus
valorosos
antepassados.
Atividades
simples,
comuns,
que
estamos acostumados a
realizar
e
que
poderão,
inclusive,
trazer
benefícios
futuros
para
os
descendentes
dos
imigrantes.
E vamos
um
pouco
além.
Com
toda
a
certeza,
tomada
a
decisão
de
realizar
a comemoração e estando o
grupo
unido neste
objetivo,
sem
vaidades
e
melindres
pessoais,
não
faltará
apoio
de
universidades,
organismos
e
entidades
que
cuidam dos
interesses
dos
imigrantes
italianos.
Com
a
palavra
os
descendentes
de: Anzolim, Bartoli, Bedim, Bolsoni, Bonini,
Brando,
Bronzatto, Carminatti,
Campana,
Campanha,
Carrara, Carraro, Casadio, Colli, Cosine, Farinazzo,
Ferreira,
Fófano, Gotardo, Lorenzeto, Lupatini, Marcato, Meneghetti, Montan, Pedroni,
Sellani, Togni, Toni, Zampier, Zanzirolami, Zangali, Zaquine e
tantos
outros
cujos
antepassados
viveram na
Colônia,
a
quem
compete
dizer
se desejam
prestar
esta
homenagem
aos
seus
antepassados
comemorando o
Centenário
da
Colônia
Agrícola
Constança.
José Luiz Machado Rodrigues
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