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100 anos da Colônia Agrícola da Constança PROPRIETÁRIOS DE ALGUNS LOTES E SUAS CONFRONTAÇÕES Coluna publicada n'O Leopoldinense, 15 de julho de 2008 |
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Conforme dissemos na coluna anterior, a colaboração dos descendentes tem
nos permitido saber um pouco sobre a localização dos lotes originais da
Colônia Agrícola da Constança. Hoje, para falar
O lote nº 22 foi adquirido em 20.10.1910 pelo colono João Simão Raipp que, segundo nos disse o sr. João Zangirolami, era um imigrante de nacionalidade alemã,. Posteriormente a propriedade dessas terras foi transferida para Manoel José da Costa, José Martins da Costa e sua mulher Dona Maria de Moraes Pacheco, Dona Francisca Maria da Glória, Sebastião da Costa e Dona Maria Romualda da Costa, que aparecem como vendedores na escritura pública de Compra e Venda, datada de 24.03.1923, onde Theophilo José Machado é o comprador. Até o momento não conseguimos estudar esta família Costa, cujos integrantes vendedores do lote podem ser da família do colono José Manoel da Costa, a quem foi financiado o lote 40 em 1910. Além disso, o sobrenome da esposa de José Martins da Costa nos remete aos proprietários iniciais dos lotes 19 e 62, respectivamente os Srs. João e Pedro Pacheco de Carvalho, irmãos de origem portuguesa. Theophilo José Machado, o comprador do lote dos Costa, por sua vez vendeu-o a seu tio, Antonio Augusto Rodrigues, em 29.03.1924.
Sobre o lote nº 66, também conhecido como "Lote Santo Antonio" sabemos que pertenceu a Antonio Augusto Rodrigues que o vendeu a Júlio Heitor Jendiroba. Em 21.09.1933, Antonio Augusto o recomprou, através de escritura lavrada pelo 2º Ofício de Notas de Leopoldina Nesta escritura consta que o referido lote "confrontava com os lotes 20, 21 e 22 pertencentes, este ao outorgado (Antonio Augusto Rodrigues) e aqueles a Pedro Zangirolami e Pedro Goularte, com o lote de Carlos Cossino (Cosine) e com terras que foram de Dirceu Barbosa e depois, de Álvaro Barbosa de Miranda". Ainda nesta escritura consta que eram "235 mil metros quadrados de terras em pasto, capoeiras e próprias para cultura, com casa de morada, coberta de telhas, paiol, tulha, canavial, isto é, uns pés de cana, tapumes e algumas outras pequenas benfeitorias".
Em nossas pesquisas sobre a Colônia Agrícola Constança, descobrimos ainda
alguns dados sobre os lotes vizinhos aos mencionados neste
texto. Como
exemplo citamos o
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Luja Machado e Nilza Cantoni
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